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quinta-feira, 19 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
...:::Cetim:::...
Cetim
m b
E r
- me u
- me u
o h l
nos lençóis
De cetim
Que nascem
De mim
Para ti
E de ti
Para mim…
Viajo
Viajo
Por montanhas
Desconhecidas
E ajo
Como quem
Conhece
Todas as vias
Para a Luz.
Agiganto-me
Agiganto-me
Ainda mais
Na ardência
Do poder
A conquistar
Quando
Te sinto
Liquidificar.
Invade-me
Invade-me
Todo um corrupio
Naquele momento
De recomeçar
Quando
Pensávamos
Que acabáramos
De terminar.
(poema em aberto
(poema em aberto
Certo é o horizonte)
Clarisse Silva
25 de Agosto de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Decepções
| (Foto: Clarisse Silva) |
Meu Pai do Céu:
Porque temos tantas decepções?
Porque, em quem temos confiança
E nutrimos uma Amizade,
Da cobardia nos lança
Uma flecha de hostilidade?
Por detrás de uma árvore!... Escondido?
Depois de ter um jardim quase plantado
Vemos esse cenário destruído
Por esse alguém camuflado!...
Em cada flecha lançada
Um sentimento abalado
Em cada flecha lançada
Caída, uma flor perfumada.
Com a queda de cada flor
Torna doente a raiz…
Vai espalhando a dor
Nos deixa infeliz!..
Torna-se essa doença, uma epidemia
Se alargando a todo o jardim
E aquilo que já foi belo um dia
Está hoje assim!...
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Casulo
| [Foto: Clarisse Silva] |
Não. Não saias desse teu casulo. Não perguntes como estou, como tenho passado, se algo me tem preocupado. Fica nesse teu mundo, onde não me atrevo a penetrar. É um gelo ardentemente espesso que me impede de te observar. Onde estás? Sim, tu, sangue do meu sangue, que me deu vida e que vejo todos os dias embora nunca consiga observar. Falas uma fala que não me diz o que um dia gostaria de ouvir, sem apetrechos, sem medos, despindo a alma do tanto que há por dizer. E o que eu te poderia dizer? Ah… Poderia falar-te das mágoas que se avolumam de cada vez que não vejo a atenção ser dada da mesma forma a todos; poderia falar-te daqueles pequenos nadas do quotidiano que tanto gostaria que existissem, ao invés de te ver todos os dias assim; poderia falar-te de um olhar que ficou por dar, uma palavra que ficou por dizer… Tanto que teria para te exprimir que fico-me assim, tal como tu, nesta masmorra consentida conscientemente até que qualquer dia tenha a força e a coragem - caso não a tenhas tu -, de ultrapassar essa parede de gelo que criaste à tua volta. Por enquanto, tomada pelas mágoas que insistem em crescer em mim - mesmo quando nada o faria prever, após uma alegria mútua -, não me sinto com a mínima disposição de tentar mudar tudo isto. Rendo-me perante esse monstro invisível que existe entre nós, não com medo, mas com desconsideração face a toda esta situação. Se queres permanecer nesse casulo, quem sou eu para dizer que não deves?!
27 de Outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Desespero por algo, que nem sei o que é
| Foto: Clarisse Silva |
Desespero por algo, que nem sei o que é
Talvez uma outra coisa que nunca tive
Talvez uma coisa que nunca fiz
Ou talvez uma coisa que sempre possuí
Mas que nunca tive coragem
Que aparece dentro de mim
Faz-me acelerar o coração
E pede-me para escrever.
Começo a fazê-lo e sei o que é
Sinto que nesse local já estive
Como uma coisa que me diz
Que eu nunca a perdi
Que apenas fiz uma viagem
E que regressei por fim
Que acordei da ilusão
E uma nova vida tenho para viver.
23 de Outubro de 2006
In "A Força do Ser"
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Parque Nacional Peneda-Gerês
Parque Nacional Peneda-Gerês - um paraíso a visitar.
Do verde deslumbrante da reserva protegida, às águas cristalinas a deslizarem pelas cascatas, passando pela Albufeira da Caniçada…
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Todo um cenário paradisíaco impossível de resistir. Um suspiro apaixonado permanece até à próxima visita...
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Cascata
| Parque Nacional Peneda Gerês - Clarisse Silva |
Cascata
E tenho uma cascata
D’ água cristalina
A cair nos lençóis
E deslizando
Pelo meu corpo
Me banha
Me aquece
M’ enlouquece…
Apetece
O irresistível.
Mergulho
Nado
Na correnteza
Do teu corpo
Entregue
A mim…
Cai a água
Sobre a água
Tal
O Amor
Sobre o Amor
Da nascente
À foz
Numa única voz.
31 de Agosto de 2011
© Direitos de autor reservados.
© Direitos de autor reservados.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Pensamento da Semana - Confúcio
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Paraíso (desafio poético)
(foto: Clarisse)
Paraíso
A caminho…
Cravo as unhas na pele
Rasgo-me em pedaços,
Sentindo aqui o teu mel…
Sem noção de espaço
… que desapareceu,
Sou ilusório apogeu!
Limo as arestas, de frestas
Irrompo pela floresta
No teu encalço…
Galgo, supero percalços
Sentindo-te presente
Na minha mente…
Alimentada na necessidade
Da tua ausência
Nela em permanência.
… Paraíso…
É nos teus olhos mergulhar
O teu abraço me aconchegar
Após a eternidade que nos separou.
É o arrepio
É todo o corrupio
Que docemente me envolve
Em provocante regozijo.
É exausta…
Entregue a ti adormecer,
Envolvida no teu afago…
Com a lágrima a percorrer
A face de felicidade
Na voracidade do término,
Que não existiu
Ela se sobressaiu.
E se sobressai…
… No paraíso!
http://www.worldartfriends.com/modules/publisher/article.php?storyid=29842
© Direitos de autor reservados.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
A nova revolução I
(foto: Clarisse)
I
Proibido o despudor no poder
Enraizado e alimentado
Nas cabeças desumanizadas
Em objectos infrutíferos e efémeros.
Proibida a desfaçatez e a mascarada tez
Em obvia falsidade.
Proibida a crença nas imagens humanas
De mentes insanas
Carregadas de moral,
Neste universo perfeito de despeito.
Proibida a proliferação da peste
Que vomita adjectivos e ideais
De sonhos provocados e irreais.
Proibido a audição de gravações
Realizadas em directo
Directamente aos corações.
Proibidas televisões manobradas
Em manipulações internamente forjadas
Em diárias jornadas
Perfumadas de cravos
Transformadas em escravos
No fim da ditadura
E continuação da escravatura.
Que seja proibido
O uso da liberdade
Em abuso da idoneidade…!
Que seja proibido
Gravadores ambulantes
Fingindo-se de pessoas
Se achando importantes.
© Direitos de autor reservados.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Perco-me

(foto: Clarisse: barragem do Carrapatelo)
Eu perco-me,
Não me querendo perder.
Eu fujo-me,
Não me querendo fugir.
Vou atrás de mim
Repouso no meu jardim.
Vejo-me…
Em flores… em odores
Imensidade de amores…
Sinto-me…
Em magia de eliminar
A palavra voltar.
Respiro o mais puro ar…
Negação da eliminação
Realidade à vista.
Crueldade…
Vejo o erro que cometi,
Nada de eliminações.
Conjugo o verbo desprezado
Volta o sentimento abençoado.
Não digo não a nada
Apenas sigo o caminho do sim.
*
Perco-me,
Querendo me perder.
Acho-me,
A cada instante
Que me perco.
A cada instante
É aliciante
Eu perco-me
Esvazio-me.
Eu encontro-me
Arrepio-me.
Será a perdição a verdade?
Ou será a realidade?
Quando perdida
Estou no meu mundo.
Estou de saída,
Da realidade
Desconheço esta sociedade.
Perco-me
Querendo (não) me perder.
© Direitos de autor reservados.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Escrever poesia III
(foto: Clarisse)
Gosto de musicalidade,
De ritmo frenético
Voracidade
Do ser poético.
Gosto da musicalidade,
De ritmo lento
Ansiedade
Que não aguento.
É explosão de alegria
É estar cá dentro em gritaria.
É construir uma imagem
Nesta alucinante viagem,
De permitir o nascimento
Material, de um sentimento!
Escrever é Ser
Simplesmente.
Liberto de artefactos
Cenários da mente.
É descrição de factos
Pela alma absorvidos.
Escrever é Ser
Simplesmente,
Sonhos sempre sonhados
E nunca antes imaginadosDe letras se munir,
E o universo sentir.
Escrever é amar,
Escrever é sonhar.
Escrever é realidade,
Colossal felicidade…!
E escreve…
E descreve…
E vai e vem…
Que depressa tem,
Formigueiro nas mãos…
Vou para cima,
Dom que me aproxima…
Aumenta
A auto-estima…
Não aguenta
Com coisa lenta!
Vai e vem vertiginoso
E que me dá tanto gozo!
Desço…
Mas não perdi
Desconheço…
Como o escrevi!
In "A Força do Ser"
© Direitos de autor reservados.
© Direitos de autor reservados.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Louca esta distância, pouca
(foto: Clarisse)
Sinto o peito oprimido
Pela distância que nos consome…
Que me come, me engole, de seguida some.
Louca, esta distância, pouca
No território do coração
Tempo que corrói,
Distância em comoção.
Louca esta distância, pouca
Em sentir-te cá dentro latejar
Em acordes de sintonia,
Sem teu corpo contemplar…
Louca esta distância, pouca
Que me deixa louca,
Em te olhar, abraçar
Ah… meu Amor, meu Amar
Meu mar a navegar
Sou eterna navegadora
Sou exploradora insana
Que te quer, te quer,
Te quer, te deseja, te Ama!
Louca esta distância, pouca
Tenho a voz rouca:
AMO-TE…!
Estou louca por ti…!
Louca é a distância
De oca importância…
Entro consciente,
Na morada da ânsia,
Não estou presente,
Sou escassez em abundância
...................................................De ti…
(estou louca, bem digo)
(E permaneço aqui sentada,
Voando em tua direcção…
Louca esta distância, louca.)
http://www.worldartfriends.com/modules/publisher/article.php?storyid=29492
© Direitos de autor reservados.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Respira Fundo...
(foto: Clarisse)
Respira fundo,
Quando vires as pessoas
…A morrerem a caminho dos hospitais
...................... Em quilómetros i n t e r m i n á v e i s,
Por nos tirarem o que é nosso.
Respira fundo,
Quando vires os agentes
…A fazerem operação stop
......................A quem anda a trabalhar
E deixa os traficantes a passar.
Respira fundo,
Quando vês os políticos…A fazerem o contrário
.......................,maretemorp euq oD
Ou quando os vires
A pedir desculpa aos portugueses.
Respira fundo,
Quando vês os centros de saúde a abrir
…Em risco de fechar,
Sem médicos para laborar…
Respira fundo,
Quando te vires obrigado a pagarMais e mais impostos
Do pouco (nada) que tens.
Quando vês a crise de alguns
Passeando-se na tecnologia de ponta
No grito que não será último
E respira... fundo… não grites tu
Fica aí nesse teu canto miserávelTens uma elasticidade formidável.
Respira fundo,
Quando pensares nas reformas acumuladas
Dos responsáveis de órgãos públicos.
Respira fundo,
Quando vires a zona verde
Mudar de repente de cor.
Tal como o camaleão,
Poderá haver razão.
Respira fundo,
............... [De alivio]
Quando recebes um Sim!
Respira fundo,
............... [De desolação]
Dito por não dito, Não!
Respira fundo,
Não faças nada.
Nada se faz.
Faz-se o que é nada.
Nada é o tudo do vazio
É o vazio do conteúdo
Que não é nada
Que é TUDO!
http://www.worldartfriends.com/modules/publisher/article.php?storyid=28585
Clarisse Silva
© Direitos de autor reservados.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Poema da Semana: "Vestem galas, despem a alma"

(foto: Clarisse)
A noite desce
aos olhos da lua erguida
nos soluços apagados do dia,
ressoam vozes em segredo
no turbilhão
das avenidas frenéticas,
as luzes acendem
no fundo da sombra
em vultos de escuridão.
As estrelas
imponentes
pintam os rostos de purpurinas
…desfilam
como astros esbeltos
soberanos…
vestem galas,
despem a alma
em rodopios sem vento,
reflectem
ocos espaços
em ecos
inchados de inverdades
…Deitam-se com o ruído
cravado no fundo do peito
e o olhar
vergado em fragmentos
mutilados nos silêncios
que não sabem ouvir….
AUTORA: Ana Coelho
BLOGUE DA AUTORA: http://retalhosemocoespoesia.blogspot.com/
© Direitos de autor reservados.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Fotos Alto Douro
A Região Vinhateira do Alto Douro ou Alto Douro Vinhateiro é uma área do nordeste de Portugal com mais de 26 mil hectares, classificada pela UNESCO, em 14 de Dezembro de 2001, como Património da Humanidade.
Fonte: Wikipédia
Fotos: minha autoria
quinta-feira, 10 de junho de 2010
A idade dos porquês

(foto: Clarisse)
Este poema nasceu de um desafio lançado pela amiga MariaCarla para o seu blogue Ser Criança, vale a pena visitarem! Agradeço uma vez mais o convite, e reitero os votos de parabéns pela iniciativa.
A idade dos porquês
Na hora mais inusitada
Vejo-me questionada
Sorrindo quase choro
Resignada imploro:
Ai, meu Deus….
Porque é azul o céu?
Porque o sol é quente?
Como o bebé nasceu?
O que é adolescente?
Porque a relva é verde?
Para que serve a chuva?
Porque há gelo no inverno?
O que é o inferno?
Porque está calor no verão?
Porque bate o coração?
Para que serve a língua?...
Espanto descomunal…!
Abandono o racional
Desato à gargalhada
Sinto-me inchada…!
Um fascínio de idade
Pureza de ingenuidade.
Ser mãe é maravilhoso
Sonho dos sonhos, delicioso.
É engraçado
E desconcertante
O teu rosto espantado
Na descoberta do mundo.
A idade dos porquês
Na hora mais inusitada
Vejo-me questionada
Sorrindo quase choro
Resignada imploro:
Ai, meu Deus….
Porque é azul o céu?
Porque o sol é quente?
Como o bebé nasceu?
O que é adolescente?
Porque a relva é verde?
Para que serve a chuva?
Porque há gelo no inverno?
O que é o inferno?
Porque está calor no verão?
Porque bate o coração?
Para que serve a língua?...
Espanto descomunal…!
Abandono o racional
Desato à gargalhada
Sinto-me inchada…!
Um fascínio de idade
Pureza de ingenuidade.
Ser mãe é maravilhoso
Sonho dos sonhos, delicioso.
É engraçado
E desconcertante
O teu rosto espantado
Na descoberta do mundo.
Clarisse Silva
© Direitos de autor reservados.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Poema nas muralhas da sociedade

(foto: Clarisse)
Poema nas muralhas da sociedade
Materialismo.
Consumismo.
Seres desenfreados,
Humanos abençoados.
Cercados de esquecimento
Refugiados no pensamento,
Da carne e do seu prazer
Nunca conseguem Ser.
Vidas de mentira,
Pelo ego ofuscadas
Tira o essencial, e retira…
Pois só existe em mira
Prazer imediato.
Vidas de si despojadas,
Seres de si amputados,
Mas viva o prazer do material
Pois é assim o normal!
Ter as suas vidas sumidas
E ocultar as feridas!
E quem assim não age, é olhado
De olhar desconfiado,
Marginalizado da sociedade
Detentora da felicidade!
A felicidade é materialismo…
A felicidade é fazer de conta…
Ser de Direita no Socialismo
Ninguém se aponta.
Desde que seja um membro mais,
(detentor de tormentos abissais)
É sempre bem-vindo!
É mais um ser sorrindo
Tendo a sua vida sumida
E ocultando tanta ferida!
http://www.worldartfriends.com/modules/publisher/article.php?storyid=27821
do livro "A Força do Ser"
© Direitos de autor reservados.
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