terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Pensamento da Semana - Confúcio

Foto: Clarisse Silva

"Não corrigir falhas é o mesmo que cometer novos erros."


Confúcio (8 de setembro de 551 a.C. - 479 a.C.), foi um filósofo e teórico político chinês.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Música que marca: Within Temptation - Utopia

Para ouvir, apreciar e reflectir...


Utopia

The burning desire to live and roam free
It shines in the dark and it grows within me
You're holding my hand, but you don't understand
So where I am going, you won't be in the end

I'm dreaming in colors of getting the chance
Dreaming of trying the perfect romance
In search of the door to open your mind
In search of the cure of mankind

Help us we're drowning so close up inside...

Why does it rain, rain, rain down on utopia?
Why does it have to kill the ideal of who we are?
Why does it rain, rain, rain down on utopia?
How will the lights die down telling us who we are?

I'm searching for answers not given for free
You're hurting inside is there life within me?

You're holding my hand but you don't understand

So you're taking the road all alone in the end

I'm dreaming in colors, no boundaries are there
I'm dreaming the dream and I'll sing to share
In search up the door to open your mind
In search of the cure of mankind

Help us we're drowning so close up inside...

Why does it rain, rain, rain down on utopia?
Why does it have to kill the ideal of who we are?
Why does it rain, rain, rain down on utopia?
How will the lights die down telling us who we are?

Why does it rain, rain, rain down on utopia?
Why does it have to kill the ideal of who we are?
Why does it rain, rain, rain down on utopia?
How will the lights die down telling us who we are?
 
Why does it rain?
 
 


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Poema da Semana: "...Simplesmente Amar!"

Foto: retirada da internet
Quero um orgasmo de palavras,
que elas me escorram corpo fora!

Em delirio...

Nu o poema,
o seu gosto em versos me penetre!

Em gemidos...

Se solte o grito enlouquecido!

Cristalino e viscoso,
vicia a rima,
que na minha alma jorra!

E me deixe a palavra em êxtase,
serene enternecido as silabas,
que se escrevem no olhar,
esta vontade que me faz na escrita... simplesmente amar!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

HUMANIDADE (uma carta)

Foto: Clarisse Silva
Humanidade é o título escolhido para este post, que mais não é que uma carta escrita da prima Fátima, para Delfina, Fernanda e Lurdes.


“09.11.2010
Minhas queridas primas:
Delfina Fernanda e Lurdes
Eu queria gritar ao mundo inteiro este agradecimento que vos devo pela forma como tratastes a vossa mãe (minha tia), agradecer-vos o exemplo que destes a todos nós sociedade que está a ficar sem estes valores morais (AMAR o velhinho). Hoje toda a gente tem nojo do velho esquecendo que amanhã também vai ser o mesmo. O armazém dos velhos parece que é o que de forma geral todos os velhinhos têm no fim da sua vida. Será isso que um pai, uma mãe merece no fim da sua vida?!!! Não, pela vida que nos deram merecem tudo dos filhos e da sociedade em geral. Mas perdoai-me hoje não é dia de sermão mas de louvor. Obrigada pelo que fizestes com os meus tios que eu gosto muito, e que sempre que pude dei um apoio não sendo mais, pelo menos moral. Obrigada e que Deus vos recompense já nesta vida com saúde para todas as vossas famílias. Um beijo com muito AMOR para vocês três.
Fátima”

Em homenagem a todas as pessoas em questão, incluindo a que já não está entre nós. Aos valores humanos no interior de cada uma delas. Um apelo à sociedade para que não ignore totalmente aquilo que deveria ser sempre: Humana!

Clarisse Silva

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Poema da Semana: "Porque caem as pontes?"

Foto: Clarisse Silva
















Não quero mágoas escurecendo as águas

que passam por baixo das nossas pontes,
tu de um lado,
eu do outro,
e águas escuras lá em baixo,
magoando as pedras duras...
As aguas merecem um fim mais nobre,
do que vestirem-se de cobre ensanguentado...
As pedras são pedras,
não são armas férreas...
As pontes são conectas,
ligam margens indiscretas...
Porque caem as pontes
que ligam os montes,
que ligam as gentes?
Porque tombam, pesadas no chão?
Como gigantes, tropeçantes e deficientes
no andar?
Porque se soltam da mão?
Porque desistem de se abraçar fortes?
Porque se cansam de ser suportes?
Porque deixam de se suportar
e optam por quebrar?
A nossa ponte ruiu,
caiu, desistiu...
As margens já não se tocam,
nem se provocam com o olhar...
Não há passagem de uma margem para a outra,
não há caminhos seguros,
não há suportes ou muros...
Não esticam as mãos, não esticam as pernas,
não partilham chão...
Não...
As pontes não são eternas...
Mas as aguas serão sempre transparentes...




Autora: Inês Dunas (Libris Scripta Est)
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