segunda-feira, 29 de abril de 2013

António Gedeão - Máquina do Mundo


Máquina do Mundo


O Universo é feito essencialmente de coisa nenhuma.
Intervalos, distâncias, buracos, porosidade etérea.
Espaço vazio, em suma.
O resto, é a matéria.
Daí, que este arrepio,
este chamá-lo e tê-lo, erguê-lo e defrontá-lo,
esta fresta de nada aberta no vazio,
deve ser um intervalo.



António Gedeão

terça-feira, 23 de abril de 2013

Dia Mundial do Livro


Foi por "decreto" - «Dia Mundial do Livro» - para os amantes da leitura é todos os dias.

Talvez sejam de aproveitar as promoções, hoje, em várias livrarias (quem puder).


segunda-feira, 15 de abril de 2013

O inferno dos poetas I



É querer o infinito
Mas não ter gabarito.
É sentir o mundo inteiro cá dentro
Num só momento.
É querer definir o indefinível,
Atingindo o inatingível
É chegar ao horizonte
Sentindo-se uma fonte
Inesgotável de sentir
Uma vida ainda por existir…


Clarisse Silva
2 de Março de 2010

© Direitos de autor reservados.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Fiama Hasse Pais Brandão - Às vezes as coisas dentro de nós

Um poema. 

Às vezes as coisas dentro de nós


O que nos chama para dentro de nós mesmos
é uma vaga de luz, um pavio, uma sombra incerta.

Qualquer coisa que nos muda a escala do olhar
e nos torna piedosos, como quem já tem fé.
Nós que tivemos a vagarosa alegria repartida
pelo movimento, pela forma, pelo nome,
voltamos ao zero irradiante, ao ver
o que foi grande, o que foi pequeno, aliás
o que não tem tamanho, mas está agora
engrandecido dentro do novo olhar. 


Fiama Hasse Pais Brandão


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Voltas da vida


Voltas da vida

Oh vida,
Minha querida…
Porque és tão complicada?!
Mas porque te complicamos nós
Quando tentas desatar os nós?!...
E te colocas simplificada!

Oh vida,
Minha querida...
Somos tão ignorantes,
E nos achamos importantes…
Mas se existimos e tu também
É porque realmente somos alguém!

Oh vida,
Minha querida…
Vida maior, ou vida menor
Vida do que fazem de ti
Vida do que nos deixas fazer
Vida que jamais senti!

Complicas,
Depois de complicar
O que já estava complicado.

Caminhas,
Depois de caminhar
Opostamente ao nosso lado.

E no meio desta corda
Minha alma acorda
Tanto é bamba
Como desanda.
Comando, sou comandada
Ai vida… que emanas
Somos almas amadas.
Somos seres errantes
Por mais que estudemos
Ignorantes!


24 de Março de 2010
Direitos de autor reservados

sexta-feira, 1 de março de 2013

Palavras gastas



Estou farta de palavras gastas. Palavras ocas no meio de seres aglutinados à procura de fama estéril. Palavras adornadas à vista e petrificadas ao vazio interior. Raspadas em muros, sinto-as dormentes, correndo indolentes por aí. Chegam ao destinatário que as recebe hilário, sem perceber a morbidez que as acompanha, cora-se-lhe a tez na ignorância da manha do emissor. Ri-se este… Mais uma captura, um caminho para a cura da necessidade de atenção.



Escrito algures no tempo.
© Direitos de autor reservados.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Crescimentos

Foto: Clarisse Silva


Crescimentos


Assola-me um medo de desperdício
Sem vício

De oportunidades perdidas
Cem vidas
E quantas mais serão
Sem coração
Capaz de vencer a mente
Sem presente
E passados fustigados
Abandonados
E futuros avistados
Não concretizados.


Assola-me uma rotina
Sem retina
Em si mesma fechada
Acomodada
Ao conforto imaginário
É calvário
Para o ser interior
É superior
Mas posterior às obrigações
Perpetuações
De um crescimento universal
Mas…
Terá assim mal?
Rotina é vida
Mas vida é muito mais
Que rotina!






Clarisse Silva
1 de Novembro de 2012 © Direitos de autor reservados.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Pro-Coração

Foto deste blog




Pro-Coração


Procuro sem cessar
Não sei como procurar
Se o objectivo é efectivo
O modo é relativo.


Clarisse Silva
23 de Novembro de 2012

© Direitos de autor reservados.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

40 Anos Depois

1973 Aerosmith

40 Anos após a edição do homónimo "AEROSMITH"

40 ANOS... MAIS DE 150 MILHÕES DE ÁLBUNS VENDIDOS EM TODO O MUNDO

40 ANOS COM A FORMAÇÃO ORIGINAL 

40 ANOS DE MÚSICAS COMO "DREAM ON", "MAMA KIN", "ONE WAY STREET", "MAKE IT", "MOVIN' OUT", "WRITE ME", etc...



"Dream On" 1973:




"Dream On" 2012:



"Lover Alot" - Do novo álbum "Music From Another Dimension" 5.11.2012
Promovendo o novo material nas ruas de Boston, milhares de fãs assistiram gratuitamente ao espectáculo, em frente ao apartamento onde a banda morou durante os primeiros anos, e onde fizeram as primeiras composições.

GO AERO!


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Olá 2013!

Foto: retirada da internet; Autor desc.

Já passaram 9 dias desde que entramos em 2013. Afinal o mundo não acabou. Afinal a vida continua, e espero que não continue como até aqui. 
Existe uma contradição muito grande entre aquilo que é a evolução do homem como ser civilizacional, ao mesmo tempo que a realidade de papéis, de membros da dita sociedade, nos faz escravos (para quem assim quer). Evoluímos da animalidade, - pensamentos antigos já não fazem sentido aos olhos da maioria -, no entanto, continuamos a querer ser bem vistos e inseridos nesse grande grupo que é a sociedade. Talvez as regras de conduta não fossem tão importantes, se cada um agisse em consciência e não de acordo com aquilo que é suposto fazer. 
Cada análise é sempre subjectiva. É utopia pensar em sermos perfeitos. No entanto, se cada um conseguir reconhecer os seus defeitos e erros - e tentar melhorar-se -, o mundo terá naturalmente que ficar melhor. Melhor como? Se eu causar menos sofrimento aos outros e os outros a mim. Se todos pensarmos que não faremos aos outros o que não gostamos que nos façam a nós... É inevitável entrarmos no campo das crenças e da espiritualidade. Mas uma espiritualidade no sentido de ser um modo de vida e não somente de fé (o que, pessoalmente falando, é importantíssimo). A fé não terá que ser abstracta. Fé encontra-se no amor pelo outro. Fé está em cada acto consciente. Fé está em cada palavra falada com a alma. Fé está em cada coração a pulsar. Mesmo agindo em consciência, nada está nas nossas mãos. A Vida tem a sua forma de agir perante a vida de cada um de nós. Resta-nos aceitar (o que vier) que não está nas nossas mãos, sabendo intrinsecamente que cumprimos o nosso papel, não perante a sociedade, mas perante a Vida. Surgirão lágrimas e desilusões mesmo assim, mas, no final, saberemos se fizemos tudo o que podíamos, e o nosso crescimento terá sido inevitável. 

Divagando neste inicio de ano…

Um grande bem-haja a todos. Um ano Feliz!


terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Desejos da Época

Imagem retirada da internet - Auto desc.

A todos os leitores, seguidores e amigos, votos de um Feliz Natal! 
Que 2013 traga Luz ao Mundo, e com ela possamos valorizar as nossas virtudes e fazer por ultrapassar os nossos defeitos.
Um Mundo melhor depende de cada um, e cada um faz toda a diferença! 

Clarisse Silva

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Anastacia - "Dream on"


No novo álbum de Anastacia - "It's a Man's World" -, podemos encontrar pérolas do Rock, como este cover dos Aerosmith - "Dream On". Vale a pena parar tudo para ouvir com atenção esta versão. 

Que junção esta! "Dream On" com Anastacia... 

Tracklist:
01 – Ramble On (Led Zeppelin)
02 – Best Of You (Foo Fighters)
03 – Sweet Child O’ Mine (Guns N’ Roses)
04 – You Can’t Get Always Get What You Want (Rolling Stones)
05 – One (U2)
06 – Back In Black (ACDC)
07 – Dream On (Aerosmith)
08 – Use Somebody (Kings Of Leon)
09 – You Give Love A Bad Name (Bon Jovi)
10 – Wonderwall (Oasis)

Apreciem.


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Diz que disse da sociedade

Foto: Clarisse Silva



Diz que disse da sociedade
Detentora da “felicidade”

Diz que disse
Depois de ter dito
O contrário do que acabou de dizer.

Diz que disse
Antes de saber
O que estava a dizer.

E diz
E desdiz
Se contradiz.

E confirma
E desmente
Diz o que não sente.

E afirma
Categoricamente
Para que não saibam que mente.

E usa e abusa
Permanentemente
Com discriminação.

E julga
Sem piedade
Desconhece a igualdade.

Irascível,
Incompreensível
Aceitar… é impossível…

Usa a máscara,
Fantástica
Pois é a sociedade
Detentora da “felicidade”


Clarisse Silva 4 de Fevereiro de 2010

© Direitos de autor reservados.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Paciência...

henricartoon
Imagem: Henricartoon

Somos todos um bando de objectos nas patas de ratos de esgoto, repletos de crosta mal-cheirosa. Estamos também nós - ao longo de todos estes anos a beber das suas palavras desprovidas de intenção -, seduzidos nesta hipnose critica e malfadada.

Paciência procura-se...

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Music From Another Dimension! - Aerosmith

O novo álbum dos Norte-Americanos Aerosmith chegou às lojas Portuguesas dia 5 de Novembro. Em "Music From Another Dimension!" podemos encontrar várias épocas do Rock e da banda retratadas, desde os anos 70 à actualidade...


"Os últimos anos para o Aerosmith serviram como capa de tabloides que noticiavam incansavelmente as rixas entre o quinteto, principalmente Steven Tyler e Joe Perry, que culminaram no provável fim do grupo. Após brigas escancaradas na imprensa, queda do palco do frontman, provável substituição do vocalista e roupa lavada publicamente, o Aerosmith lançou seu primeiro álbum de inéditas após um hiato de 11 anos.

Depois do lançamento do megacriticado Just Push Play (2001) e o álbum de covers de blues Honkin' On Bobo (2004), o Aerosmith se manteve com um pé dentro e o outro fora do estúdio. O longo processo de preparação de Music From Another Dimension! envolveu promessas, produtores fantasmas e recentemente a prorrogação da data de lançamento do álbum em incansáveis meses de espera. Enfim, um registro histórico que agonizou os fãs do quinteto de Boston que roeram as unhas incansavelmente para saciar a vontade de Aerosmith. E nada mais conveniente do que lançar o álbum em um ano em que dinossauros do rock do quilate de UFO, KISS, LYNYRD SKYNYRD, VAN HALEN, entre outros retornaram em grande estilo.

Antes de tudo, Music From Another Dimension! é um álbum com a marca registrada do Aerosmith. É claro que ainda há colaboradores de fora que compõem uma ou outra música, como Desmond Child e Marti Frederiksen, mas a presença do quinteto de Boston nas letras e músicas faz-se mais que presente. Eis uma ótima oportunidade para conhecer um pouco mais o que Brad Whitford, Tom Hamilton e Joey Kramer têm a oferecer.
Os sessentões Steven Tyler (voz), Joe Perry (guitarra), Brad Whitford (guitarra), Tom Hamilton (baixo) e Joey Kramer (bateria) se reuniram com Jack Douglas, produtor responsável pelos clássicos Toys in the Attic (1975) e Rocks (1976). A promessa de um álbum com o retorno à época áurea do Aerosmith empolgou os fãs. Ao longo da produção de Music From Another Dimension!, o produtor e colaborador Marti Frederiksen, responsável pelo já citado Just Push Play, abocanhou uma pequena fatia com três faixas do álbum.
O álbum tem início com uma voz tão misteriosa quanto a de Vincent Price em The Black Widow, de ALICE COOPER, que introduz "uma viagem da qual você provavelmente não voltará". A jornada rumo à outra dimensão está inaugurada. Eis que começa LUV XXX (leia-se Love Three Times a Day). A explosão de riffs das guitarras de Joe Perry e Brad Whitford ganha força com a voz de Steven Tyler que aos poucos alcança notas poderosas. A música seguinte é um retorno aos anos 70. Oh Yeah é um típico Aerosmith: direto, cru, poderoso. Os backing vocals femininos trazem atmosfera clássica do soul que lembra o som dos ROLLING STONES.
Beautiful é a terceira faixa do álbum. O poderoso riff de guitarra remete claramente aos clássicos dos anos 70 da banda. Contudo, os vocais "rappeados" de Steven Tyler entram em contraste com o peso das cordas e transformam a faixa em uma ótima música pop cujo refrão pegajoso fica impregnado na mente. Já Tell Me é a primeira balada do álbum. Engana-se quem pensa que se trata de um som comercial. A faixa, composta por Tom Hamilton, traz um ar sessentista com toda a pompa das guitarras acústicas.
A quinta faixa merece destaque por se tratar de um dos melhores momentos do álbum. Out Go the Lights é estrondosa. O riff, retirado da instrumental Guilty Kilt, das sobras de Pump (1989), casa perfeitamente com a cozinha de Tom Hamilton e Joey Kramer. Os quase sete minutos de duração mostram que o quinteto se divertiu na criação dessa faixa. Out Go the Lights é rocker, dançante tem um groove à la Mother Popcorn e tem os toques de soul com os backing vocals femininos. Se tudo o que foi citado não é o bastante para te convencer desse clássico instantâneo, então ouça atentamente Steven e sua incansável gaita acrescentarem ainda mais qualidade à faixa. Legendary Child é a faixa mais conhecida do álbum. O primeiro single que ressurgiu das gravações de Get a Grip (1993) mostrou que a banda voltou como um trem descarrilhado a toda força para o rock. Os vocais de Steven Tyler mostram que mesmo aos 64 anos o bocudo é referência no gênero.
O álbum segue com What Could Have Been Love, o segundo registro baladeiro. O single posterior à pesada Legendary Child é claramente o "carro-chefe" que impulsionará as vendas do álbum. É uma típica balada noventista da banda: gruda, cativa e mexe com os sentimentos. Diferentemente de Cryin', Crazy, Hole in My Soul e cia., não há solo de guitarra, mas isso não importa muito quando se tem Steven Tyler cantando com perfeição. Quando o assunto é amor e suas desventuras, não há quem represente melhor em suas músicas que o Aerosmith.
A oitava faixa é Street Jesus. O momento mais hard rock do álbum poderia facilmente entrar em qualquer álbum dos anos 70 do quinteto. Aos fãs saudosistas, há uma relação de faixas matadoras como Toys in the Attic, Rats in the Cellar e até a obscura Jailbailt. Essa obra-prima de Tyler/Whitford, responsável por pérolas setentistas como Last Child, Nobody's Fault e Round and Round, só deixa ainda mais evidente que a dupla tem rock 'n' roll nas veias. Já Can't Stop Lovin' You, um dueto feito com a Carrie Underwood, apresenta novamente o apelo comercial de Music From Another Dimension!. Os fãs cabeludos e barbudos da banda podem torcer o nariz, mas essa faixa, que será o próximo single do álbum, exprime perfeitamente a junção de pop e rádio.
Lover Alot foi lançada como single no mesmo dia em que What Could Have Been Love. Eis aqui um som demencial que merece destaque à cozinha de Tom Hamilton e Joey Kramer que acrescenta peso na medida certa ao vocal ágil de Steven Tyler. O solo insano e atípico de Joe Perry remete ao de Think About It, do álbum Night in the Ruts. Infelizmente Lover Alot não tem alcançado o mesmo sucesso comercial que sua "irmã" radiofônica.
Após a paulada Lover Alot, We All Fall Down vem em seguida para acalmar os tímpanos. Trata-se de uma faixa da "cota Diane Warren", a mesma compositora do tão amado e odiado megahit I Don't Want to Miss a Thing. Porém não espere uma balada açucarada em que o som das guitarras praticamente passa despercebido. A letra retrata o amor com alta carga dramática, sim, mas é compensador ouvir Steven Tyler assumir o piano enquanto solta sua poderosa voz.
Freedom Fighter marca o primeiro registro de Joe Perry nos vocais do álbum e marca a volta do peso que We All Fall Down quebrou. O "Admiral", como é conhecido pelos fãs, tem ganhado destaque desde o álbum Get a Grip com pelo menos uma faixa em que assume os vocais. Perry canta com autenticidade e sem se preocupar se sua voz é a melhor do mundo. Seu vocal é tão sujo quanto o de Rob Tyner, do MC5, e Iggy Pop nos STOOGES e faz de Freedom Fighter um rock 'n' roll básico e direto de primeira. Os vocais de apoio de Johnny Depp são apenas um mero detalhe.
Já Closer é uma faixa em que a bateria de Joey Kramer harmoniza perfeitamente com os vocais de Steven Tyler. É uma música que soa como o Aerosmith atual com guitarras viajantes de Joe Perry. Something é o segundo momento de Joe Perry em Music From Another Dimension! A introdução de órgão levará os fãs old school a uma viagem que relembrará do URIAH HEEP ou até mesmo DEEP PURPLE. Outro ponto "classe" da faixa é Steven Tyler preciso na bateria, como no longínquo começo da tempestuosa irmandade da dupla.
Por fim, Another Last Goodbye encerra o álbum com maestria. O destaque da faixa vai única e exclusivamente para Steven Tyler que faz sua melhor performance no álbum em uma balada com ares obscuros, dolorosa, que toca profundamente a alma do mais insensível dos homens. Acompanhado por piano e violino, o vocalista mostra porque é conhecido como "Demon of Screamin'" ao fazer com que sua voz alcance tons que deixam qualquer um boquiaberto. É a provável melhor balada desde Mia, de Night in the Ruts.
Eis que a misteriosa voz do começo do álbum regressa com a mensagem "e agora retornamos sua percepção de realidade para você... Até a próxima vez" e traz o ouvinte de volta à realidade. Tais palavras deixam um ar de esperança que talvez o Aerosmith grave outro álbum, mas que não demore longos 11 anos.
Music From Another Dimension! é o retorno triunfal dos sessentões do Aerosmith, que aos 42 anos de carreira mostram versatilidade ao fazer um álbum que retorna às gloriosas raízes, mas sem deixar de lado os recentes sucessos que coroaram a banda com uma legião de fãs desde os anos 90. E tal como a capa sci-fi sugere, a vinda do "monstro" Aerosmith causa espanto e ao mesmo tempo frisson ao destruir tudo o que vê pela frente e depois levar o ouvinte a uma dimensão a ser descoberta."



quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Estou presa na bestialidade

Foto: Clarisse Silva

Estou presa na bestialidade
Surpresa com a infantilidade
De uma inteireza com a idade
Na certeza da futura realidade.

É ridícula mais uma vírgula
Sou dois pontos à espera
De uma lista que não se iniciou
Um ponto final que se afastou.

Inteira é marca certeira
Parca em espaço preenchido
Baço o presente tido.

Eis o futuro detido
Num presente ausente
De um passado indiferente.



Clarisse Silva
27 de Outubro de 2011

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Video: What Could Have Been Love - Aerosmith

Foi divulgado hoje o novo video clip dos Aerosmith, mais um avanço para o novo álbum "Music From Another Dimension!", com lançamento para dia 6 de Novembro nos Estados Unidos, e, ao que foi apurado, estará disponível em Portugal um dia antes - dia 5 de Novembro.

Assista ao video: