quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Almas perdidas


Foto: Clarisse Silva


Almas perdidas


Pobres almas
Almas pobres
Mentes podres.


Imundo
Poço
Sem fundo.
Seara de trevas
Em proliferação
Escuridão ladeada
Aprofundada
Nesse vácuo
Sem fim.


Submundo de ilusão:
Dor alheia
Em repetição
É epopeia
Sem fim.


Submundo de escuridão:
Distúrbio causado
É prazer declarado.
Pobres almas
De almas podres,
Têm um fim.


Carcoma fétido
Enquanto dura
Infestando perdura
Alimentando a loucura,
De uma figura
Que tem um fim.


Desfecho esperado
Ser por si amaldiçoado
Geme em consequência
Da sua demência!
Grita no fim, de desgraça
Sofre na pele a violência
Que causou ao semelhante
A léguas da consciência.


Almas perdidas…



Clarisse Silva
Ler mais: postagem no WAF

© Direitos de autor reservados.

6 comentários:

Sonhadora disse...

Minha querida

Deixando um beijinho com carinho.

Sonhadora

Mª Dolores Marques disse...

Almas perdidas e rendidas á evidência de que se o submundo é o refúgio do corpo, o mundo é a partida para novos investimentos da alma

A foto. Lindíssima. Parabéns pelo poema e pela foto

Beijo Poeta

Danilo Sergio Pallar Lemos disse...

Gostei de seus escritos, e estarei seguindo seu blog.
www.vivendoteologia.blogsot.com

Clarisse Silva disse...

Olá Sonhadora,

Obrigada pela sua visita. Um beijinho também para si.

Clarisse

Clarisse Silva disse...

Olá Dolores,

Uma grande verdade deixou aqui expressa.

Obrigada.

Beijinhos,
Clarisse

Clarisse Silva disse...

Olá Danilo,

Muito obrigada pelas suas palavras e pela visita.
Saudações,
Clarisse