| Foto: CS2013 |
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Pensamentos...
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Proliferam
Proliferam palavras em explosão de guilhotina na carne
humana. Jazem corações espatifados aos olhos, alimentando a mente de sangue
fresco como veneno. É só deixar fluir que ele espalhar-se-á, tomando conta da
pouca Luz que existe…
Clarisse Silva
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Divagações - I
Preparo-me. Preparo-me para a falta de preparação
causticamente presente, idealizando o que há-de ser que chegue a ser verdade.
Vivo com qualquer semelhança de mim, aglutinada a algo que conscientemente se
crê inconsciente, viva em um lugar que sinto perto demais. Assisto comumente a
radicalidades expostas com carinho, como vislumbre seu, confirmando um apogeu –
ainda que embrionário. É sabido o que se sabe e que se crê saber. É sabido na
certeza do talvez, a incerteza das palavras que ainda não se disseram e ainda
não se escreveram.
Clarisse Silva
© Direitos de autor reservados.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Alheamentos
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Vejo, com
tristeza, seres humanos alheios aos acontecimentos dos que os rodeiam,
colocando o seu individualismo em primeiro, avessos a qualquer atitude,
assistindo de camarote à desgraça acontecer. Vejo, seres humanos entrando
nas catedrais todas as semanas, doando com aparente fé no cesto de sempre;
regressando de tomar o senhor com as mãozinhas em acto de oração e a cabeça
inclinada para a audiência, mas que durante os restantes dias semanais agem
como animais, totalmente desfasados da realidade da maioria humana, tão
embutidos no seu mundo egoísta, onde a fartura nunca se farta, mas que não
chega (nas suas cabeças – as mesmas da inclinação) para amenizar com uma
migalha - depois do infortúnio ocorrer - aqueles que contam os trocos até
receber! E assim vai o mundo: cada um por si e todos a assobiar para o lado!
Assim é;
Assim não tinha que ser, ou tinha?!
p.s. desculpem, tive que fazer algumas alterações no texto.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Escrita
Escrever é mágico, e cada vez mais a magia irradia, tornando a matéria grosseira na maneira etérea de se Ser, elevando todos os poros da pele, todos os fios de cabelo, ainda que estejamos supostamente alienados numa cadeira qualquer, olhando um vácuo grotesco à nossa frente.
[Clarisse Silva]
sexta-feira, 1 de março de 2013
Palavras gastas
Estou farta de palavras gastas. Palavras ocas no meio de seres aglutinados à procura de fama estéril. Palavras adornadas à vista e petrificadas ao vazio interior. Raspadas em muros, sinto-as dormentes, correndo indolentes por aí. Chegam ao destinatário que as recebe hilário, sem perceber a morbidez que as acompanha, cora-se-lhe a tez na ignorância da manha do emissor. Ri-se este… Mais uma captura, um caminho para a cura da necessidade de atenção.
Escrito algures no tempo.
© Direitos de autor reservados.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Paciência...
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| Imagem: Henricartoon |
Somos todos um bando de objectos nas patas de ratos de esgoto, repletos de crosta mal-cheirosa. Estamos também nós - ao longo de todos estes anos a beber das suas palavras desprovidas de intenção -, seduzidos nesta hipnose critica e malfadada.
Paciência procura-se...
segunda-feira, 16 de julho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Perguntas Retóricas
terça-feira, 6 de março de 2012
(Im)paciência
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Mirrada
| Foto: Clarisse Silva |
Clarisse Silva
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Queda no Auge
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| Imagem: retirada da net (autor desc.) |
Perco-me por entre todas as folhas caídas no chão do pensamento. Vento que passa esvoaçando-as à reflexão presente, volvendo ao futuro que se quer perto. Eis a contradição da beleza morta, caída na realidade viva. Nada mais natural - penso. Caíssem também por terra - tal como as folhas das árvores -, os desvalores humanos orientados pela sede do ego. Fizessem germinar novas plantas fornecendo-nos oxigénio, tal como precisamos de Luz. Observo, como que de fora, todo o corrupio da cidade, pensando que tudo terá que ser diferente, continuando na imutável sabedoria de uma natureza que é Mãe.
Clarisse Silva
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Amor Eterno
| (Foto: Clarisse Silva) |
Consola-me o toutiço - barafustado com tanta crise e dificuldade -, saber que algures no mundo aí em cima, te encontras a olhar por nós, com a maternidade que te é própria de uma mãe cuidadosa. Não falo no que era, mas no que é. Não é passado, mas um presente que mudou de endereço. Vivo com a tua vida dentro de mim, pelas veias que contêm o teu sangue e a tua hereditariedade, e pelo amor que permanece imutável com a tua partida.
Relembro com saudade o tempo em que, cheia de força, rumavas ao trabalho, com a cadelinha que sempre te acompanhava para todo o lado, e eu pensava muitas vezes para mim: “quando for grande gostava de ter assim força como ela”. Contagiava-me aquela tua energia, cheia de força e determinação no caminho para o trabalho árduo que tinhas pela frente. Tentava imitar-te com o sacho na mão enterrando na terra, para que todos vissem que era tua neta e também tinha força de braços. Relembro a tua personalidade forte, o que sempre me traz ao sentimento a brancura de onde estarás, a lucidez, a paz e o sentido de que tudo acontece por alguma razão. Neste fio condutor de pensamento, materializado nestas letras, aproximo-me de ti na esperança de te encontrar um dia, nesse mundo melhor do que este.
Sabes, creio que noutro tempo que ainda é este, nunca te ofereci flores, não sei porquê. Não que esse pensamento me traga dor ou arrependimento, pois ofereci-te outras coisas vindas daqui de dentro, mas agora apetece-me oferecer-te flores. Deixo-tas lá, não a pensar que a tua alma estará ali, mas como uma necessidade minha, deixando o meu beijinho cheio de vida gravado na flor que trato como se fosse o teu rosto… Até logo avó.
17 de Novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Mudança?!
"Meros objectos o homem representa, para serem depois de usados, depositados para um qualquer canto, amontoando um local já carregado de lixo. Simplesmente restos em estado de decomposição avançada, mas que ainda assim, submergem por vezes, para alimentar a arrogância dos seus gigantes proprietários, em troca de umas míseras migalhas." - Clarisse Silva, Janeiro de 2002.
Em 2011 estes locais estão maiores, muito maiores. A mudança é inevitavel.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Casulo
| [Foto: Clarisse Silva] |
Não. Não saias desse teu casulo. Não perguntes como estou, como tenho passado, se algo me tem preocupado. Fica nesse teu mundo, onde não me atrevo a penetrar. É um gelo ardentemente espesso que me impede de te observar. Onde estás? Sim, tu, sangue do meu sangue, que me deu vida e que vejo todos os dias embora nunca consiga observar. Falas uma fala que não me diz o que um dia gostaria de ouvir, sem apetrechos, sem medos, despindo a alma do tanto que há por dizer. E o que eu te poderia dizer? Ah… Poderia falar-te das mágoas que se avolumam de cada vez que não vejo a atenção ser dada da mesma forma a todos; poderia falar-te daqueles pequenos nadas do quotidiano que tanto gostaria que existissem, ao invés de te ver todos os dias assim; poderia falar-te de um olhar que ficou por dar, uma palavra que ficou por dizer… Tanto que teria para te exprimir que fico-me assim, tal como tu, nesta masmorra consentida conscientemente até que qualquer dia tenha a força e a coragem - caso não a tenhas tu -, de ultrapassar essa parede de gelo que criaste à tua volta. Por enquanto, tomada pelas mágoas que insistem em crescer em mim - mesmo quando nada o faria prever, após uma alegria mútua -, não me sinto com a mínima disposição de tentar mudar tudo isto. Rendo-me perante esse monstro invisível que existe entre nós, não com medo, mas com desconsideração face a toda esta situação. Se queres permanecer nesse casulo, quem sou eu para dizer que não deves?!
27 de Outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Zeca Afonso "Grândola Vila Morena"
Prolifera fumo negro embaciando a visão do povo...
O estado a que chegamos é reflexo de orientações fundamentadas nos egos dos eleitos...
É necessário e urgente tomarmos um novo rumo, alimentando a necessidade real das pessoas e sendo estas o ponto fulcral para onde deverão ser direccionadas as acções políticas.
Clarisse Silva
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Dia Mundial da Criança
Amar é estar, e por isso se vive as alegrias e as tristezas dos filhos, como se fossem nossas. Contagiada com o sono que terminou mais cedo, dada a animação que hoje terão pela frente, sou levada, mais uma vez, à constante preocupação que paira sobre as nossas cabeças, dado o momento político-social que vivemos.
Não é utopia pensar que o futuro está nas nossas mãos! Não é utopia pensar que podemos mudar o mundo! Basta cada um mudar o seu pequeno universo e, é já, um passo em frente.
Não é utopia pensar que o futuro está nas nossas mãos! Não é utopia pensar que podemos mudar o mundo! Basta cada um mudar o seu pequeno universo e, é já, um passo em frente.
Que país estamos a deixar para os nossos filhos? Que valores lhes estamos a transmitir? Pensemos e mudemos, mas mudar de verdade e cortar de vez com crenças, estigmas, entre outros, que nos levaram onde estamos hoje.
Que se aproveite a felicidade das nossas crianças, e façamos algo para que mais crianças no mundo inteiro possam sorrir também.
Beijinhos em todas elas…!
quarta-feira, 16 de março de 2011
In-Tolerância
| Foto: Clarisse Silva |
In-Tolerância
Peço perdão… peço perdão pela minha frustração perante a intolerância alheia, caminhando para a indignação. Algo de negro se espalha, quando se assiste em directo a imperfeições colocadas no alto, debaixo de um véu de magistralidade? Ou serão os pequenos ciscos de luz no interior da minha pequenez a chocarem com a realidade? Peço perdão por pedir perdão, perante a lágrima que espreita à janela, que escorre por ela, e pisa este chão…
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Passado sem futuro...
Este primeiro post de 2011, pretende ser, mais que uma mensagem de esperança, uma mensagem de força para cada um de nós fazer a sua parte em prol de um mundo melhor.
O chão está gasto, mais que pisado de tanto o ser sempre na mesma posição. Esta inverteu-se com o passar do tempo, pelo peso que levou em cima. Os dias gastaram-se, as noites sonharam-se. Tudo cresceu e por vezes foi cortado. Os dias ficaram cada vez mais pequenos, pois o sol escondeu-se por detrás de um céu cada vez mais carregado. Dissipem-se as nuvens negras criadas por nós para os dias voltarem a crescer, e renascer a natureza verdadeira do ser humano, em mais um ano, que pretende ser de transição. Essas razões caducas e caducadas estão mais que acabadas no cenário de imaginário passado sem futuro…
O chão está gasto, mais que pisado de tanto o ser sempre na mesma posição. Esta inverteu-se com o passar do tempo, pelo peso que levou em cima. Os dias gastaram-se, as noites sonharam-se. Tudo cresceu e por vezes foi cortado. Os dias ficaram cada vez mais pequenos, pois o sol escondeu-se por detrás de um céu cada vez mais carregado. Dissipem-se as nuvens negras criadas por nós para os dias voltarem a crescer, e renascer a natureza verdadeira do ser humano, em mais um ano, que pretende ser de transição. Essas razões caducas e caducadas estão mais que acabadas no cenário de imaginário passado sem futuro…
Clarisse Silva
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Bem hajam! Feliz Ano Novo!
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